É vantajoso manter o plano de saúde?

E o que levar em conta na escolha do plano

Enquanto você caminha em um grande centro urbano, apinhado de pessoas durante um horário de pico, você não consegue saber sobre a vida financeira delas apenas olhando em seus olhos. Mas uma coisa é certa, boa parte das pessoas que passa por você todos os dias tem a rotina de pagar mensalidade de planos de saúde. Esse já é um aspecto muito comum do trabalhador brasileiro.

É certo que ao analisar a fatura, uma pessoa pode olhar os pagamentos em dia do plano de saúde e não se recordar a última vez que precisou usufruir dos benefícios de seu plano. E é nessa hora que muitos podem pensar se aquele plano vale mesmo a pena.

Especialistas em finanças apontam que uma excelente maneira de garantir uma aposentadoria no futuro é aplicando seu dinheiro em investimentos, mas quando se trata da sua saúde, o melhor é não depender de quantias guardadas em aplicações. Dependendo da necessidade médica, todo o dinheiro que você guardou por anos, pode vir a ser gasto de uma única vez. Mesmo que seus investimentos estejam indo de vento em popa, uma doença mais grave pode secar os seus fundos. Caso precise de uma cirurgia, você precisará desembolsar, facilmente, R$100 mil e até mais.

Então o plano de saúde é vantajoso?

Mexer no bolso já é por si só um argumento suficiente para provar que o plano de saúde é mais ideal que um investimento. Quando falamos da sua saúde então, chegamos a uma importante conclusão: invista seu dinheiro e pense no futuro, mas quando se trata de algo tão importante, não pense nas suas reservas econômicas, mas no seu bem-estar e no da sua família. Acredite, seu dinheiro investido terá outros

benefícios tão importantes quanto. Há quem possa sentir receio de contratar um plano de saúde temendo altos valores, distantes de seu orçamento. Contudo, existem diversos tipos de plano de saúde que se adequam tanto à sua necessidade, quanto ao seu orçamento. Entenda um pouco sobre cada modalidade de plano de saúde que oferecem as operadoras:

Plano de referência: Esse é o plano mais completo, consequentemente, o mais caro. Com ele você terá coberturas desde consultas até cirurgias, passando por exames, tratamentos e até mesmo transplantes.

Plano ambulatorial: este é o plano mais básico oferecido pelas operadoras. Ele assegura consultas, procedimentos ambulatoriais, internações e cirurgias. Tratamentos como hemodiálise, quimioterapia e radioterapia. Fique atento, contudo, às restrições de acordo de cada operadora.

Hospitalar: garante a cobertura básica e oferece internação em quarto comum ou em UTI, sem quaisquer prazos limites. Há também cobertura de médicos e enfermeiras durante a internação. Hospitalar com obstetrícia: também garante a cobertura básica e, somada a isso, inclui pré-natal, parto e assistência ao recém-nascido e complicações pós-parto.

Na ponta do lápis

Agora que você entende a importância do plano de saúde, tenha em mente que cada modalidade tem diferentes benefícios. Caso você necessite visitar o médico com menos frequência, seu plano ideal pode ser o ambulatorial. Aqui os custos são mais baixos e, se você fizer uma boa pesquisa, encontrará a operadora que mais se adequa a sua situação financeira, e finalmente você encontrará o melhor custo-benefício. Lembre-se que você está pagando pela tranquilidade, tanto sua como da sua família. A sua saúde sempre tem de vir em primeiro lugar. Se você precisar de algum tratamento no futuro, é o plano de saúde que vai garanti-lo a você.

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